3 dicas para o seu projeto de aplicativo não falhar

Eu venho participando diretamente do desenvolvimento de sites sistemas e aplicativos de forma constante nos últimos 12 anos, e mais intensamente nos últimos 18 meses desde que fundei a Alphacode, empresa especialista nesse tipo de projeto, e baseado na observação e participação em mais de 150 projetos nesse período cerca de 20 no último ano, gostaria de compartilhar com você algumas dicas que podem aumentar a chance de sucesso do seu projeto.

1 – Tenha um escopo claro

Grande parte da frustração em um projeto de desenvolvimento, eu diria que mais de 80%, acontece justamente devido a falta de um escopo claro que defina o real objetivo do projeto / aplicativo.

De maneira geral os responsáveis pela contratação do projeto na ânsia de lançar algo no mercado não dedicam a devida atenção a essa tarefa e não raro tentam iniciar o desenvolvimento do projeto apenas com base no que tem na cabeça no campo das idéia, sem antes colocar no papel.

A dica aqui é, esqueça a tecnologia, frameworks, metodologias etc… Defina o seu projeto textualmente, o que ele faz? Quais problemas resolve? Quais são os tipos de usuários? Como será acessado? Responda essas perguntas e parta para a construção da arquitetura / wireframe /ux / design, antes de pensar na primeira linha de código.

Na minha opinião a definição de um escopo bem definido é: um projeto onde no dia 1 de desenvolvimento é possível dizer, quantas telas o sistema/aplicativo terá e com quais funcionalidades.

2 – Foque em resolver problemas reais

Por mais óbvia que essa dica pareça não tem sido raro me deparar com idéias / soluções que resolvem problemas que simplesmente não existem, ou seja resolvem “não-problemas”, apenas para exemplificar.

Digamos que você esta criando um projeto que ira conectar pessoas para aluguel de imóveis, algo como o AirBnB ou similar, ah menos que seu modelo de faturamento esteja em cobrar uma comissão neste processo você não precisa se preocupar em fazer um sistema completo de e-mail para que as duas partes conversem por que elas simplesmente irão utilizar o WhatsApp ou outro Messenger pra fazer isso em 90% dos casos.

Foque em refinar o seu mecanismo de busca e avaliação para que o seu usuário encontre a melhor oferta possível, e deixe o meio de comunicação para quem se propôs a ser um meio de comunicação.

Esse é apenas um exemplo, mas a mesma idéia vale para verias outras questões que o seu aplicativo não precisa resolver, simplesmente por que já estão resolvidas.

3 – Mantenha a coisa simples

Esta é a principal e mais difícil dica a ser seguida, boa parte dos líderes de projeto de sistemas e aplicativos se tornam o que eu chamo de viciados em funcionalidades.

Não raro um projeto que começou com uma ideia em poucos meses se transforma em um mini Frankenstein que não sabe mais a sua real função e que ganha freneticamente sub-menus, dentro de sub-menus, simplesmente por que o líder de projeto quer atender a todas as possíveis utilizações da ferramenta.

Baseado em meu próprio acompanhamento e medição de diversos projetos que participei posso garantir, mais de 50% das funcionalidades implementadas no projeto são utilizadas por menos de 1% dos usuários ou nunca são utilizadas.

Sabe, aqueles 120 relatórios indispensáveis que levaram meses para serem feitos, a grande maioria nunca será acessada.

Concluindo

Nada do que eu coloquei aqui é uma regra ou verdade absoluta, são apenas dicas baseadas na experiência que tive em mais de 150 projetos que participei nas áreas de sistemas, aplicativos, e-commerce, games, redes sociais entre outros e que acho que vale a pena você considerar se esta pensando em iniciar um projeto de tecnologia.

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Formado em Ciência da Computação pelo Centro Universitário Nove de Julho, Processos Gerenciais pela Universidade Anhembi Morumbi e MBA com ênfase em Engenharia de Software SOA pela FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista) Rafael Franco é sócio e fundador da Alphacode, empresa de desenvolvimento de soluções digitais.

5 coisas para pensar antes de iniciar uma loja virtual

Todas as semanas recebemos contatos de pessoas interessadas em iniciar um projeto de loja virtual, porém infelizmente grande parte delas não tem a real dimensão da quantidade de detalhes que precisam ser definidos antes de iniciar um projeto destes, pensando nisso reunimos aqui os principais pontos de atenção que o empreendedor deve levar em conta.

Para quem não sabe onde quer chegar qualquer caminho esta correto

1 – Design

O primeiro ponto de atenção é relativo ao design que será utilizado na loja, você já possui uma identidade visual? Marca, logo etc? Se sim, isso deve ser levado em conta, se não, quem sabe não é a hora de criar.

Nessa questão existem algumas opções, são elas:

  • Criação de um design exclusivo, é a opção de maior custo mas garante que o visual de sua loja será único.
  • Utilização de template, também garante um resultado excelente com uma grande redução de custos no projeto.
  • Replicação do layout atual, essa é uma opção para quem já possui uma loja e pretende apenas migrar de plataforma

2 – Meio de pagamento

Como você pretende receber por suas vendas? Nesse quesito as opções são múltiplas, desde a integração direta com os meios de pagamento até a utilização de gateways ou intermediários de pagamento. Não sabe o que fazer? Fale com um especialista.

3 – Frete

Normalmente quem inicia no mercado de e-commerce imagina que a única forma de envio de produtos é o serviço dos Correios, pois além desse serviço existem diversas possibilidades de integração com transportadoras dos mais diversos portes, escolha a que for melhor para o seu negócio.

4 – Análise de risco

Analisar o perfil dos seus possíveis compradores pode ser vital para sua operação a depender do produto vendido com o objetivo de reduzir assim o “charge-back” e as fraudes em sua loja.

É nesse momento que os parceiros de análise de risco são integrados a sua loja virtual para aumentar a sua segurança.

5 – Notas fiscais

Venda feita, como emitir as notas fiscais? Chegou a hora de integrar uma solução de emissão de notas fiscais eletrônicas a sua loja, diretamente ou através de uma plataforma de ERP parceira.

Bom esses foram apenas 5 pontos principais mais eu poderia listar aqui mais 10 ou 20 muito importantes para o sucesso da sua loja virtual.

Por isso consulte sempre um especialista!

Até a próxima.

Módulo Bcash Transparente para Opencart

 

Bcash Transparente, meu primeiro produto na Envato Market Places!

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Eu já devo ter falado para umas 20 pessoas sobre a minha vontade de trabalhar com Digital Products vendidos exclusivamente via Envato Market Places e como as histórias das pessoas que trabalham por lá tem histórias interessantes, pois bem agora a idéia saiu do papel e estou entrando de cabeça nesse mercado, e vou compartilhar aqui como vai ser a experiência.

E hoje estou lançando meu primeiro produto, trata-se de um módulo para integração transparente entre lojas Opencart, que são minha especialidade e o gateway de pagamento Bcash.

A integração é bem objetiva e usa a API oficial do Bcash, eu fiz um vídeo para auxiliar na instalação que você pode conferir abaixo:

É isso, vamos adiante!

 

Confira as novidades do Opencart 2.0

Já faz algum tempo que o a plataforma Opencart 2.0 se tornou uma ótima opção quando o assunto é a construção de lojas virtuais, seja pela facilidade de utilização, flexibilidade de customização ou pelo grande volume de módulos disponíveis.

Porém apesar do sucesso conseguido em seus primeiros anos, a plataforma foi lançada em Abril de 2010, alguns problemas e limitações da ferramenta ainda podiam ser obstáculos para uma maior adoção por parte das lojas.

 Com essas melhorias o Opencart se consolida ainda mais como uma ótima opção quando o assunto é e-commerce.

Porém este cenário mudou consideravelmente no final de 2014 com o lançamento da versão 2.0 do sistema, que trouxe uma série de correções, melhorias e novidades a tempos pedidos pela comunidade.

Listei aqui algumas novidades mais interessantes desta nova versão:

Opencart 2.0
Opencart 2.0

Bootstrap

Esta nova versão da plataforma é totalmente baseada no framework Bootsrap o que torna o seu código mais legível, rápido e facilmente customizável. Além disso o trabalho de desenvolvimento de módulos e plug-ins se torna muito mais simples.

Velocidade

Em alguns testes comparativos entre a versão 2.0 e a 1.5 foram verificados ganhos de desempenho da ordem de 50%, isso se deve as melhorias do código tanto em sua construção como na utilização do Bootstrap.

Layout responsivo

Todos sabemos da importância em disponibilizar uma versão compatível de sua loja com o mundo mobile, e nesta nova versão, esse comportamento já foi colocado como padrão, dessa forma ao utilizar o tema inicial da plataforma sua loja já estará adequada para smartphones.

Campos customizáveis

Cada loja, segmento ou país possuem regras e necessidades específicas, como é o caso do campo CPF no Brasil. Agora a criação de novos campos no cadastro do usuário não dependem mais de alterações no código da loja e podem ser realizadas diretamente pelo administrador da loja no painel de controle.

Gerenciador de módulos

Uma grande dificuldade da versão anterior da plataforma estava na instalação de módulos que sempre precisava ser feita por alguém com acesso ao código da loja. Porém a partir de agora os módulos compatíveis podem ser instalados diretamente através do panel de controle com o upload do módulo, em um comportamento similar ao já altamente conhecido sistema de plug-ins do WordPress.

No vídeo abaixo, você confere um resumo das novidades e melhorias:

 

Essas são apenas algumas das novidades, mas existem centenas de melhorias que você pode aproveitar ao utilizar o Opencart 2.0 como plataforma para sua loja virtual.

Até a próxima!

 

 

 

 

4 pontos para incluir no seu planejamento de Marketing Digital em 2015.

Confira os pontos que não podem faltar em seu Planejamento de Marketing Digital para o ano que está chegando.

Fim de ano chegando, os departamentos de marketing se encontram as voltas com o planejamento de ações para o mundo digital no ano que vai chegar.

Pensando nisso, separei quatro temas que devem estar destacados nos planos online das marcas para 2015.

1 – Mobilidade

Não é mais futuro, é presente, a relevância do mobile hoje já é uma realidade. Se o site da sua empresa não esta preparado para o mundo mobile, e não é como a Google denomina: “Mobile Friendly”, pode se preparar para piores resultados em SEO e redução nas visitas orgânicas.

Não sabe se o seu site é compatível? Utilize a ferramenta da Google para verificar no link: https://www.google.com/webmasters/tools/mobile-friendly

2 – Conteúdo efetivo para Redes Sociais.

A entrega de conteúdo nas redes sociais, se tornou um problema para as marcas em 2014, para o próximo ano a dica é: foco na qualidade e não na quantidade de conteúdo.

Estratégias segmentadas, direcionadas e com publicações efetivas que tragam valor para a “timeline” do usuário são a receita para melhorar os resultados nas redes sociais.

3 – Relacionamento nas Redes Socias.

Acompanhar as conversas nas redes sociais já é parte da estratégia a algum tempo, porém com as novas ferramentas de busca do Facebook, novas oportunidades de comunicação e inserção de produtos e serviços serão abertas.

Estar atento as discussões e as necessidades do consumidor, e oferecer vantagens a esse público, pode fazer a diferença nos resultados obtidos através das redes.

4 – Segmentação de público.

As ferramentas de segmentação de público para mídia e comunicação tem se tornado cada vez mais avançadas, dessa forma utilizar o online com mensagens sem segmentação, pode ser um erro fatal para o “budget” das marcas.

Desta forma uma estratégia que consiga alinhar segmentação, mensagem e design adequados ao público trabalhado em conjunto com soluções de TI como: a utilização de Landing-Pages podem aumentar e muito os resultados das campanhas de mídia.

Facebook ativa a busca por posts. As marcas devem se preocupar?

Publicações, antes restritas poderão ser potencializadas com nova ferramenta.

Em mais uma investida em busca em se tornar mais atraente e útil aos seus usuários a rede social de Mark Zuckerberg, acaba de anunciar a inclusão de posts dos usuários em seus resultados de busca.

A novidade intitulada “Facebook Search” pode ser conhecida em detalhes no hot-site especial: http://search.fb.com, lá são explicados os objetivos e regras dessa nova funcionalidade.

E as marcas? Precisam se preocupar?

Bom, basicamente essa nova funcionalidade pode trazer a tona publicações de usuários que anteriormente ficavam restritas apenas ao seu círculo de amigos.

Ou seja, publicações positivas e negativas relacionadas a produtos e serviços poderão ser facilmente encontradas por potenciais clientes e utilizadas na decisão de compra.

Para entender a real necessidade de acompanhamento faça uma busca pela sua marca ou produtos e selecione a opção posts.

Desafio ou oportunidade?

Esse novo cenário, deve ampliar a necessidade de acompanhamento da rede de perto pelas marcas, para que as referências aos seus produtos e serviços, sempre possuam informações verdadeiras e que os clientes tenham o atendimento adequado, tornando o impacto da mensagem positivo.

5 dicas para sua loja Opencart vender mais neste natal.

Atitudes simples podem melhorar e muitos os resultados de sua loja virtual na época mais concorrida do ano.

Passada a euforia, correria, e problemas enfrentados por diversas lojas virtuais na semana do black friday, começam os preparativos para as vendas de natal.

Pensando em ajudar os lojistas a vender mais neste natal separamos aqui 5 dicas valiosas que podem aumentar as suas vendas durante a visita do bom velhinho, vamos a elas:

1 – Contextualize o conteúdo, fortalecendo o SEO

Utilize o tema natalino ao máximo e crie seleções de produtos específicos como “Presentes de natal para a mamãe”, desta forma você poderá criar conteúdos específicos indexáveis como: “Nós possuimos o presente perfeito para sua mãe como vestidos, bolsas e sapatos ”

2 – Sincronize suas campanhas com o estoque

Nada mais frustrante para um usuário do que buscar um produto encontrar sua campanha, clicar e ao chegar ao site encrontrar o produto indisponível. Mantenha uma sincronia constante entre os produtos ativos em campanhas de mídia e o estoque da loja.

3 – Facilite a troca

Boa parte das suas vendas serão destinadas a presentes, desta forma a possibilidade e a simplicidade do processo de troca por parte do presenteado pode significar a escolha da sua loja pelo comprador. Tente simplificar esse processo ao máximo e não puna seu cliente.

4 – Entre no clima de Natal!

Encontre uma instituição de caridade que você confie e destine parte dos lucros das vendas de natal, essa atitude, pode fortalecer e muito a relação dos seus clientes com a sua marca.

5 – Revise sua infra-estrutura de tecnologia.

Boa parte das reclamações de clientes durante a Black Friday ocorreu devido a infra-estrutura de servidores e aplicações mal dimensionadas, resultado em lojas e ofertas indisponíveis para os compradores. Converse com seu fornecedor de TI e garanta que sua loja não vai ficar fora do ar no período mais importante do ano. Soluções em Cloud são ótimas para resolver esse problema.

Facebook reduz entrega de conteúdo mais uma vez

Novas regras da rede social obriga marcas a buscarem formas inovadoras de abordagem na rede social.

Em mais uma investida no sentido de reduzir a entrega de conteúdo promocional não patrocinado aos usuários a rede social de Mark Zuckerberg anunciou no último dia 14 de Novembro que irá reduzir ainda mais a entrega de conteúdo promocional de marcas e páginas.

Esse movimento teve início em dezembro de 2013 quando a rede anunciou que iria reduzir a entrega de conteúdo de forma orgânica para os seguidores de páginas, estratégia que vem sendo percebida com a redução significativa do engajamento do público nas postagens de páginas empresariais.

Este novo cenário se coloca como um desafio para marcas e agências que precisam encontrar formas inovadoras de abordagem na rede social afim de alcançar melhores resultados para a relação investimento x retorno junto ao público alvo das marcas.

Desta forma abordar a utilização da rede como plataforma de mídia digital ao invés de plataforma de distribuição de conteúdo se torna essencial para que as marcas possam comunicar sua mensagem de forma efetiva utilizando a rede como meio e não como fim.

 

Code can be magic?

Bella E-commerce
Bella E-commerce – Code can be magic

Hello everyone!

Yesterday i’ve started an ambitious personal project, create an full SOA E-commerce platform called Bella.

Why it is a big thing? Well, i’ve worked with software development at last 15 year, and i tried a lot of platforms, cmss, erps, e-commerces, and i really learned a lot of things about software engineering, specially on Lamp world.

And at last 5 years i’m very focused on e-commerce area, and i could see up close how the popular open source platforms are poor from the point of view of software engineering, usability, and mainly focus on the user business.

Because this, i think this can be better, this can be simpler, this can be magic!

And i started to create an simple, elegant, faster, and business focused e-commerce platform  called Bella.

I know it will not be easy, will not be fast, but i have patience and it will be done.

At this time you can checkout the project on github, analyse the Magic Model Data who automatic create columns and filter data on Bella API, and can follow the development of the project.

See you later!

O que é Lean Software Development?

Saiba mais sobre a metodologia LEAN que foi importada dos processos industriais para  o mercado de software.

Olá leitores, fazia muito tempo que não publicava um artigo por aqui, porém como precisei escrever uma resenha para o curso de MBA que estou fazendo, aproveitei e adaptei o texto aqui para o blog, sobre um assunto que entendo ser bem relevante e que pretendo discutir com mais detalhes durante os próximos meses, o tópico de hoje é a metodologia Lean, que se encontra na área de métodos ágeis de gestão de projetos.

O desenvolvimento de software no modelo Lean, ou (LSD), nada mais é do que uma adaptação da metodologia industrial de mesmo nome (Lean Manufacturing), adequada aos paradigmas do desenvolvimento de software e da realidade de TI, ou seja, este modelo de desenvolvimento se dá com base nas mesmas premissas e características do modelo Lean tradicional.

Mas afinal o que é Lean?

Lean, pode ser traduzido como enxuto, ou seja manufatura enxuta, é uma metodologia de produção com foco principal na redução de desperdício em sete áreas específicas:

  • super-produção,
  • tempo de espera,
  • transporte,
  • excesso de processamento,
  • inventário,
  • movimento
  • defeitos

Além do foco na redução do desperdício nestas áreas o Lean Manufacturing tem como pontos chave: qualidade total e imediata, melhoria contínua, processos pull e flexibilidade.

De onde surgiu o conceito?

Tendo como objetivo o aumento de produtividade, redução de desperdício e aumento da qualidade dos produtos essa metodologia foi desenvolvida inicialmente Toyota nos anos 90 partindo dos pilares da metodologia JIT (Just in Time) e da automação inteligente.

Esse conceito se confunde a tal ponto com a história da Toyota que a metodologia por vezes é chamada de Toyota Dna ou Sistema Toyota de Produção.

Mas como esse conceito foi aplicado ao desenvolvimento de software?

O termo Lean Software Development foi utilizado por Mary Poppendieck e Tom Poppendieck em livro de mesmo nome que apresenta os conceitos de Lean aplicados ao desenvolvimento de software, neste livro são discutidas 22 ferramentas e são comparadas as metodologias ágeis.

Os autores defendem os seguintes paradigmas para o desenvolvimento de software:

  • Eliminar perdas
  • Ampliar o conhecimento e estudo
  • Decidir o mais cedo possível
  • Entregar o mais rápido possível
  • Aumentar o poder do time
  • Aumentar a integridade do software
  • Ver o software como um todo
7 Mandamentos do LEAN

Cada um destes conceitos apesar de possuir correlação os paradigmas originais da metodologia Lean, são minuciosamente detalhados pelos autores através de ferramentas, processos e ações que permitem a equipe atingir os resultados propostos pela metodologia.

Porém Lean necessita de uma mudança de cultura e hábitos da companhia e seus membros para que esta possa desfrutar dos ganhos que os processos enxutos podem trazer.

Concluindo…

Apesar de ter surgido de um conceito industrial, as idéias centrais da metodologia Lean pode ser aplicada aos processos de desenvolvimento de software conseguindo desta maneira ampliar os resultados alcançados reduzindo os desperdícios e aumentando a qualidade de forma consistente.